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Sobre o livro

Fósforo lança nova tradução de uma pequena joia literária de Stefan Zweig que combina o jogo de xadrez às experiências da guerra e do confinamento

Última obra de Stefan Zweig, O livro do xadrez foi escrito durante seu exílio no Brasil e enviado ao editor americano poucos dias antes do suicídio do autor, em 1942. Essa novela é também o único texto em que o escritor austríaco de origem judaica aborda diretamente o tema do nazismo, por meio de sua mirada psicológica característica.

A bordo de um navio que deixa Nova York com destino a Buenos Aires, o narrador descobre que entre os passageiros encontra-se Mirko Czentovic, campeão mundial de xadrez, homem arrogante e pouco sociável que parece ter no jogo o único meio de se relacionar com os outros.

A curiosidade com essa figura reservada e a competitividade natural entre homens conspiram para que em poucos dias de viagem se dê o embate entre o enxadrista e um exército de diletantes orgulhosos, empenhados em derrotar o grande mestre — que vence sucessivas partidas sem esforço. Até que entra em cena uma figura inesperada.

Como um sujeito discreto e de passado obscuro, que diz nunca ter tocado num tabuleiro de xadrez, consegue dominar as nuances do jogo, e a que custo ele foi introduzido às artes da estratégia, são o coração dessa história, que já rendeu duas adaptações para o cinema e inspirou peças de teatro e até uma ópera. As vicissitudes do século 20, a experiência do confinamento e a salvação pelo esporte se entrelaçam nestas páginas como só a grande literatura é capaz de fazer.

Título
O livro do xadrez
título original
SCHACHNOVELLE
tradução
SILVIA BITTENCOURT
capa
Alles Blau
Posfácio
MARIANA HOLMS
páginas
88
Peso
140 gr
ISBN
978-65-89733-34-8
ISBN Digital
978-65-89733-03-4
Data da publicação
22/09/2021

trechos

“Mas denominar o xadrez um jogo já não é proceder a uma redução ofensiva? Ele também não é uma ciência, uma técnica, uma arte, não flutua entre essas categorias como o túmulo de Maomé entre o céu e a Terra, não é uma ligação única de todos os pares opostos — antiquíssimo mas eternamente novo, mecânico em sua estrutura mas só eficaz por meio da fantasia, limitado no espaço rigidamente geométrico e ao mesmo tempo infinito em suas combinações?”

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