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Sobre o livro

Muitos livros foram escritos sobre os eventos do Onze de Setembro, mas são raríssimos os relatos que resgatam a experiência daqueles que, apenas por haver nascido em certos países, tiveram suas existências transformadas, frequentemente de forma devastadora. Neste livro eletrizante, resultado de entrevistas colhidas em primeira mão, a jornalista Simone Duarte revela a vida de sete pessoas de quatro nacionalidades distintas que nada teriam em comum, não fossem a tragédia do atentado às Torres Gêmeas em Nova York em 2001 e suas consequências. Ao dar voz a essas personagens, Duarte faz emergir a ponta de um iceberg de histórias que o Ocidente desconhece — mesmo passadas duas décadas do instante em que o vento mudaria de direção — e nos lembra dos perigos de aceitar uma história única.
Título
O vento mudou de direção: O Onze de Setembro que o mundo não viu
Capa
CLAUDIA WARRAK
Formato
13,5 X 20 CM
Data da publicação
01-09-2021
páginas
240
ISBN
978-65-89733-28-7
ISBN Digital
978-65-89733-28-7
Data da publicação
01/09/2021

Destaques

“Na figura conhecida, o anjo da História olha impotente para as ruínas que se acumulam a seus pés. Se o anjo fosse um repórter de mão cheia e estivesse por aqui nos meses e anos que se seguiram ao Onze de Setembro, é provável que escrevesse este livro.”
João Moreira Salles

“Não é raro o jornalismo declarar o fim de histórias quando elas estão só começando, a complexidade parece ser nossa nêmesis. Novas notícias ocupam lugar, as incontáveis tramas do que ‘perdeu atualidade’ são abandonadas no purgatório onde memórias perdidas esperam redenção. Neste livro redentor, Simone Duarte trança os fios soltos do Onze de Setembro, numa narrativa veloz, multiplicada em sete vidas, os sete lados do outro lado. Com as armas do melhor jornalismo, destrincha a complexidade e nos lança à História, essa com ‘h’ maiúsculo; traz as histórias que, não fosse por ela, nunca seriam contadas. Um prodígio, a realização deste livro.”
Pedro Bial

“As histórias a que Simone Duarte dá voz só são possíveis por causa de sua escuta, muito mais do que das perguntas. Quantos jornalistas são assim? Não tenho palavras para agradecer a possibilidade de vislumbrar com tanta humanidade o lado que o Ocidente nunca fez questão de esclarecer.”
Adriana Calcanhotto

“Esse é um livro que mudará sua maneira de ver um assunto. Simone Duarte teve a sensibilidade de uma neurocirurgiã jornalística para extrair delicadamente memórias que ainda são traumas, lembranças em carne viva, de pessoas ao mesmo tempo extraordinárias e normais.”
Marcos Uchôa

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